Revisão de REMUNERAÇÃO e “PREVIDÊNCIA” DOS MILITARES nesse primeiro trimestre – ÚLTIMAS INFORMAÇÕES – “mentidos” e desmentidos

“PREVIDÊNCIA” DOS MILITARES – ÚLTIMAS INFORMAÇÕES – “mentidos” e desmentidos

A Revista Sociedade Militar foi questionada por diversos leitores sobre a NÃO PUBLICAÇÃO das informações veiculadas nessa terça-feira por jornais cariocas sobre percentagens diferenciadas e mais algumas modificações no sistema de PROTEÇÃO SOCIAL DOS MILITARES.

Nós não publicamos as referidas informações justamente porque, recebendo via redes sociais temos que confirmar antes de publicar. As informações publicadas pelo JORNAL EXTRA no Rio de Janeiro nada têm de exclusivas e algumas são “complicadas” de ser aplicadas nas Forças Armadas. Contudo, ALGUMAS são exatamente as mesmas que circulavam pelas redes de MILITARES no Rio e Brasília.

Exemplo de medida “complicada”: EXTRA DISSE: “A idade mínima será de 65 anos, mas haverá exceções. “Existem funções que o militar exerce em que ele não pode trabalhar até os 65 anos”, justificou a fonte.”.

Quanto a essa informação, acreditamos que seria quase impossível aplicar essa medida. “existem funções”. Ora, os militares trabalham como um corpo, aquele que executa DETERMINADA função é apoiado por outros em vários outros setores da estrutura organizacional. É uma equipe e quem está em um lugar estará em outra função e momento futuro. Portanto, inadimissivel que alguns se “aposentem” com 30 anos de serviço e outros com 45.

(Veja abaixo exemplo de materiais recebido pelas redes. Contudo, só podemos publicar como informação crivel aquilo que realmente confirmamos por meio de fontes conhecidas e verdadeiras)

Por conta do crescimento da boataria, na tarde dessa terça-feira o Exército publicou nota esclarecendo o assunto.

Quanto ao sistema de proteção social e possíveis modificações estruturais na remuneração dos militares das forças armadas, o site CONGRESSO EM FOCO publicou entrevista recente de Eliseu Padilha, Ministro Chefe da Caca Civil, onde se percebe o mesmo repetindo que o GOVERNO deve cuidar em fevereiro da questão dos Militares das Forças Armadas.

“teremos um projeto de lei especial para cidar das questões dos militares, mas eles têm também outros tópicos para negociar conjuntamente… a carreira deles ficou defasada, eles não fazem greve, não tem movimento paradista nenhum, não tem operação padrão, estão sempre disponiveis, acabaram ficando pra traz. Pega a carreira de um general e pega a um desses moços que entra aí nesses vários concursos e vai ver que o general ganha a metade, é muito pouco, Devemos mandar esse projeto de lei nesse primeiro trimestre.”

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