O MOVIMENTO das CRIANÇAS FARDADAS irrita a esquerda.

Nas semanas que antecederam o carnaval começaram a surgir nas redes sociais algumas fotografias que vão contra o que se chama no Brasil de politicamente correto.

Tudo começou porque o coordenador estadual do Movimento Estadual de Direitos Humanos em São Paulo, senhor Ariel de Castro Alves, em entrevista ao G1, qualificou de “constrangedora e vexatória” uma fotografia divulgada pela polícia de São Paulo, que mostrava um bebê fardado e segurando um cassetete.

Dr. Ariel diz que a veiculação da imagem viola o artigo 232 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Segundo o item da lei, “submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou constrangimento” pode gerar pena que varia de seis meses a dois anos de prisão.

Depois dessa entrevista, as fotografias de crianças com fardas das Forças Armada e policias surgem a todo momento. A honestidade, lei e ordem, associados à policia e Forças Armadas, parece irritar e ofender militantes de esquerda e ativistas de “direitos humanos”.

Hoje se conta aos milhares essas fotografias, o que já é chamado de movimento das crianças fardadas.

No momento que apresentam seus filhos com fardamento militar ou uniformes policiais, ao mesmo tempo que endossam pilares militares, como honestidade e disciplina, como fundamentais para a sociedade, os pais estão declarando que desejam que seus filhos sejam praticantes desses valores em sua vida adulta, se mantendo assim longe das patologias sociais que têm assolado nossa juventude.

A esquerda insiste inutilmente em tentar baixar a credibilidade dos militares e policiais. Contribui também para esse “ódio” a atuação nos anos 60, impedindo o comunismo de se apropriar do país e, mais recentemente, a atuação das forças de segurança contra os grande heróis da esquerda, que em fila indiana, são conduzidos para presídios como Papuda, esvaziando os corredores do Partido dos Trabalhadores.

Revista Sociedade Militar

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