Deputados intercedem e Governo garante convocação de 300 PMs e 70 bombeiros

A convocação de mais 300 aprovados no último concurso da Polícia Militar e 70 bombeiros militares foi assegurada pelo governador Confúcio Moura (PMDB), durante reunião na manhã desta terça-feira (4), com o presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PMDB), e os deputados estaduais Jesuíno Boabaid (PMN), Léo Moraes (PTB) e Edson Martins (PMDB).

Os deputados intercederam junto ao Governo, que determinou estudos da equipe técnica para a contratação de mais militares e bombeiros, que serão incorporados à tropa, para substituir principalmente os que foram para a reserva neste ano.

“Há uma carência no efetivo e com as recentes aposentadorias, as corporações têm sofrido uma redução no número de pessoal, sendo necessária esta convocação para suprir o quadro. É mais uma mostra de que o Governo está agindo com responsabilidade para melhorar a segurança da nossa população”, destacou Maurão.

Confúcio disse que a convocação será feita ainda neste mês e reforçou que a medida visa suprir a diminuição de efetivo. “É com imensa satisfação que faço este anúncio. Esses novos militares e bombeiros reforçam as perdas com aposentadoria e reserva. Isso tudo com o apoio e o diálogo com os deputados estaduais, que atuaram de forma a assegurar esta medida, que vai oferecer mais segurança às famílias rondonienses”, completou o governador.

Serão chamados para cursos cinco oficiais para a PM e quatro para o Corpo de Bombeiros. “Esta convocação vem em boa hora, pois há uma necessidade de recomposição do efetivo, além de fazer justiça com quem fez o concurso e espera ser chamado para o curso de formação”, disse Boabaid.

Policiais civis

O governador também assegurou que chamará aprovados no concurso da Polícia Civil, mas disse que o número de convocados ainda está sendo definido pela equipe técnica do Governo.

“Mesmo sem anunciar o quantitativo, o governador se comprometeu em fazer o chamamento e quem está aguardando pode ficar na expectativa, pois para a necessidade da Polícia Civil, o número precisa ser expressivo, dentro das possibilidades do Governo”, observou Léo Moraes.

Deverão ser chamados agentes de Polícia, datiloscopistas, delegados, técnico em necropsia, perito criminal, agente de criminalística e técnico em laboratório.

Fonte: Tudorondonia

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