BOLSONARO já é considerado como MUITO POSSÍVEL por agências e conselheiros de vanguarda ligados ao MERCADO FINANCEIRO

BOLSONARO já é considerado como MUITO POSSIVEL por agências de vanguarda que operam no MERCADO FINANCEIRO

Nesse artigo a Revista Sociedade Militar chama a atenção para os posicionamentos extremamente relevantes de um jovem analista de investimentos que diz que parcela significativa dos profissionais que operam no mercado financeiro ainda não têm levado a candidatura de Jair Bolsonaro tão a sério quanto deveriam e que isso pode ser um erro perigosíssimo.

Ele diz: “… As primeiras pesquisas de intenção de voto evidenciam que, ao contrário de candidatos “nanicos”, Bolsonaro tem um eleitorado potencial relevante”

Que eleitorado potencial relevante é esse? Resumindo, um número enorme de pessoas extremamente decepcionadas com a classe política. Um número que cresce a cada nova manchete ligada a operações que desnudam maracutáias de políticos.

Apesar de inegavelmente ser um político profissional com seis mandatos como deputado federal, Bolsonaro é visto como de fora do meio político pelo simples fato de, ao defender suas posições, não se furtar em, se for necessário, desafiar toda a massa de colegas do parlamento.

Ricardo Schweitzer é um dos sócios da Inversa publicações. Por sua opiniões e pelo próprio modo de colocar as palavras – desafiando o pensar comum quotidiano – é possível supor que possui um viés conservador em seu modo de interpretar o mundo. Ele já trabalhou na Empíricus e Votorantim. Sem medo de ser ousado o rapaz demonstra uma visão extremamente coerente sobre o quotidiano brasileiro.

Schweitzer chama a atenção para o fato de pouco se prestar atenção ou levar a sério o crescimento do capital político de JAIR BOLSONARO. Realmente o que se vê é a grande mídia explorando de forma sensacionalista as declarações de BOLSONARO sobre sexualidade, homofobia e coisas do gênero e deixando de lado o que é mais importante, sua soluções propostas para o problema Brasil, suas possíveis alianças políticas, a possibilidade de alcançar maioria no parlamento etc.

Ele diz que existe “… certa desconexão entre a imagem atualmente transmitida pelos veículos da imprensa mainstream e o discurso propagado pelo parlamentar nas ocasiões em que lhe é oportunizado abordar tais temas.”

Politicamente incorreto

É como se candidatos que ousam desafiar o politicamente correto fossem sempre considerados impossíveis e por isso discutidos apenas em seu lado mais lúdico. Ele lembra que isso aconteceu com Donald TRUMP, que acabou surpreendendo o mundo.

O analista diz que se BOLSONARO está na disputa para o palácio do PLANALTO com reais chances de vencer, deve-se considerar em que pontos isso pode afetar-nos no que diz respeito a economia, investimentos etc.

Os posicionamentos de Jair BOLSONARO no que diz respeito a economia, exportação e importação, pouquíssimos mencionados pela imprensa, são listados por Schweitzer. Estado Mínimo, menos paternalismo, privatizações, desvinculação do MERCOSUL, desenvolvimentismo, autonomia para acordos bilaterais, incentivo ao agronegócio etc.

Cremos que o pensamento de Ricardo Schweitzer é uma tendência. Não será de se estranhar que, a exemplo do que ocorreu com Donald Trump, nos últimos momentos de campanha parcela significativa dos “operadores” do mercado financeiro decidam apostar suas fichas no deputado-militar. Afinal, ao que parece, Bolsonaro é o candidato mas ousado e liberal no que diz respeito à economia.

Não podemos deixar de lembrar que Donald Trump – a “zebra americana” – para conquistar a vitória recebeu apoio financeiro de muita gente ligada ao mercado financeiro, entre muitos, cita-se:  – Peter Thiel, dono da Paypal; – Sheldon Adelson, dono de grandes redes de cassinos e hotéis nos EUA e MACAU; – Carl Icahn, investidor bilionário.

Revista Sociedade Militar

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